Mesmo ficando cego, artista não deixa essa deficiência atrapalhar sua carreira de pintor

É quase impensável imaginar o que como um artista plástico continuaria sua carreira sem o sentido mais importante para tal: a visão.

A arte sempre fez parte da vida de John Bramblitt, mas não foi sempre assim. Desde os 11 anos, ele foi perdendo a visão gradativamente por conta de uma complicação de epilepsia, e teve perda total de visão em 2001. Foi aí que ele tentou pintar pela primeira vez.

Depois de ter perdido a visão, ele entrou em depressão. “Todas as esperanças e os sonhos que eu tinha para a minha vida; todos os planos do que eu faria depois que me formasse na faculdade foram embora, eu não estava apenas deprimido, mas de luto  pela vida que eu tinha e pela que teria pela frente, tudo foi morto e enterrado “, diz ele. “Eu me senti como se eu não tivesse potencial; que, basicamente, eu era um zero”.

Um ano depois disso, fez um curso para aprender a pintar e usou tintas de tecido que tinham um relevo especial. Desde então, ele tem criado diversas obras, recebido prêmios e muita atenção de veículos de comunicação.

“Isto faz mais sentido quando você parar de pensar sobre a adversidade como um obstáculo, e começar a vê-la como uma experiência, algo que você pode aprender e crescer a partir de”.

Veja as tocantes obras de Bramblitt:

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