Cientistas desenvolvem algoritmo que calcula os melhores pontos prováveis de onde Wally está

Quem nunca se irritou e não quis brincar mais depois de muito tempo tentando achar o Wally e não conseguiu? Pois é, você não precisa mais passar por isso!

O cientista da High-Performance Computing Center da Michigan State University, Randy Olson, encontou a solução para acharmos o Wally no menor tempo possível.

O resultado é um algoritmo que calcula as propabilidades de onde o Wally está em qualquer cenário, olhando as áreas mais comuns que o Wally foi colocado no passado, e cria um caminho a ser percorrido através dos pontos.

Where is Waldo

No seu blog, Olson explica a lógica da coisa:

Em termos de computador, isso significa que estamos fazendo uma lista de todos os 68 pontos que Waldo poderiam estar em, em seguida, classificá-los com base na ordem que vamos tentá-los. Portanto, agora só precisamos tentar todas as combinações possíveis dos pontos e encontrar aquele com a menor distância percorrida. Fácil, não é? Errado!
Esses 68 pontos podem ser dispostos em ~ 2,48 x 1096 maneiras possíveis. Na prática, esse número de combinações é maior do que o número de átomos no universo. Se encontrar Wally se tornasse uma prioridade internacional e o mundo se unisse para dedicar os 8,25 milhões de núcleos de computação de 10 maiores supercomputadores do mundo para o trabalho, ele ainda levaria ~ 9,53 x 1077 anos, mais tempo do que a existência do universo, para avaliar de forma exaustiva todas as combinações possíveis.

Felizmente, existem algoritmos que podem calcular uma solução em minutos. Usando um algoritmo genético, em que a melhor solução é ligeiramente modificada e tanto melhor se for mantida, Olson foi capaz de criar um caminho quase perfeito para encontrar Wally.

Se você quiser manter a integridade da sua infância, não recomendamos usar esse algoritmo, mas, se você já estiver arrancando os cabelos porque não achou o Wally ainda, seja feliz!

 

 

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